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Plataformas de petróleo danificadas incendeiam-se no Mar do Timor

Foto divulgada pela PTTEP Australasia mostra as plataformas de petróleo em chamas neste domingo (1º). (Foto: AFP)


As duas plataformas petrolíferas da companhia PTTEP Australasia que estavam derramando petróleo no Mar do Timor pegaram fogo neste domingo (1º) após dois meses de tentativas fracassadas para tapar o poço.

A PTTEP Australasia, propriedade da estatal tailandesa PTT Exploration+ & Exploration, informou que retirou todo seu pessoal não essencial de ambas as plataformas, situadas a cerca de 250 quilômetros do litoral da Austrália, por causa dos incêndios.

O vazamento de petróleo na jazida de West Triton, a cerca de 2.600 metros de profundidade, começou em 21 de agosto. A companhia PTTEP Australasia gastou cerca de US$ 162 milhões em operações frustradas para o bloqueio do poço, realizadas por cerca de 300 trabalhadores.

O poço já derramou o equivalente a 28 mil barris de petróleo, o que forma uma extensa maré negra que ameaça a sobrevivência do maior parque marinho do Sudeste Asiático, habitat e rota migratória de baleias, tartarugas e golfinhos.

O vazamentos ameaça também a segurança alimentar da província indonésia de Nusa Tenggara Oriental, uma das regiões mais pobres do arquipélago e que depende fortemente da pesca.


Fonte: G1
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Seminário de Petróleo e Gás - 29/10 - UVA



Dia 29/10 será realizado na Universidade Veiga de Almeida o Seminário de Petróleo, buscando mostrar um pouco do mercado e da grade curricular do cursos da UVA.

Horário: 19h
Local: Campus Tijuca - Auditório Principal

Essa palestra vai fazer parte de um ciclo de seminários promovidos todo mês pela mesma.


Via Feed TecnopeG
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Produção mundial de petróleo atingirá pico em 20 anos

Londres, 09/10/2009
Relatório divulgado nesta quinta-feira por um "think tank" britânico prevê que a produção de petróleo atingirá seu pico dentro de 20 anos e, a partir de então, entrará em um declínio que nem as recentes ou futuras descobertas serão capazes de reverter.
Para simplesmente manter o atual nível de produção e consumo, de cerca de 30 bilhões de barris por ano, seria preciso que a cada três anos uma Arábia Saudita - o maior produtor mundial do combustível -- entrasse na linha de produção.
Para efeito de comparação, estima-se que a camada pré-sal do Brasil contenha entre 50 bilhões e 80 bilhões de barris.

A pesquisa do UK Energy Research Council destaca que, embora existam 70 mil campos de petróleo no mundo, apenas 500 respondem por dois terços das reservas.
"A maior parte da produção vem de um pequeno número de grandes campos. A maioria deles foi descoberta há muitos anos ou décadas atrás, em dois terços deles a produção já está em declínio, outros entrarão em declínio nos próximos anos, e isso terá de ser substituído por novas descobertas ou projetos que normalmente estão em campos menores", explicou à BBC Brasil o principal autor do estudo, Steve Sorrell.

"E mesmo se são grandes, como Tupi, no Brasil, estão em locais de difícil acesso e caros de explorar. Ainda que sejamos otimistas em relação às reservas do mundo, a geologia coloca restrições em relação ao que é possível extrair."
A taxa de declínio de produção em campos que já passaram de seu pico - justamente os que concentram o grosso da produção mundial - é em média de pelo menos 6,5% ao ano, diz o estudo.

Alternativa

Os pesquisadores estimam que a produção atingirá o teto até 2030, mas que existe um "risco significativo" de que o pico se dê dez antes, em 2020.
A esse passo, mais de dois terços da capacidade atual de produção precisariam ser substituídos nas próximas duas décadas apenas para evitar uma queda na oferta.
Diante deste cenário, o estudo critica o que chama de "lentidão" e "pouca preocupação" por parte de governos em agir.
Sorrell argumenta que, ainda que o mundo esteja avançando em tecnologias alternativas, como eólica e solar, estas fontes não necessariamente substituem o petróleo, cuja utilização está concentrada no setor de transportes.
"Há alternativas, como o plano europeu de aumentar a eficiência dos veículos, o uso de veículos elétricos, uso de transporte público e eficiência do transporte público", disse Sorrell.
"Mas o petróleo responde por 30% da energia do mundo e se estamos pensando em substitui-lo com fontes alternativas, isso levará décadas."

Volatilidade

Sobre o uso de biocombustíveis líquidos como alternativa ao petróleo, o pesquisador se disse "cético" em relação à possibilidade de que esta seja uma "alternativa global".
"Há limites em relação à fonte desses recursos e à concorrência com a produção de alimentos. Precisamos de alimentos para atender a uma população que cresce", disse.
Para ele, "os biocombustíveis terão um papel importante, especialmente no Brasil, mas menos nos Estados Unidos, onde a produção é cara e compete com a produção de alimentos".
Na opinião do especialista, o mundo não apenas entrará em uma fase de petróleo "caro" e de "exploração demorada", como também "volátil".
"Hoje, o barril está custando US$ 70 e estamos no meio da maior recessão mundial desde a Segunda Guerra", argumenta.
"Quando, e se, a demanda voltar a se aquecer, esperamos que os preços voltem a subir, porque justamente a recessão fez com que muitos projetos fossem cancelados ou adiados e são necessários muitos anos para extrair petróleo dos campos. Isso em si é um problema, porque desencoraja projetos e investimentos."



Fonte: André Costa
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Abertas inscrições para cursos de pós-graduação EaD gratuitos

A Universidade do Estado da Bahia (UNEB) está com inscrições abertas para o processo seletivo para cursos gratuitos de pós-graduação lato sensu na modalidade ensino a distância (EaD).

Estão sendo oferecidas 1.520 vagas para quatro cursos de especialização – Gestão de Saúde, Gestão Pública, Gestão Pública Municipal e Educação a Distância -,distribuídas em 20 pólos, sediados em cidades do interior do estado.

As inscrições para as pós-graduações devem ser efetuadas até o dia 13 de outubro, exclusivamente pela internet, através dos endereços eletrônicos www.vestibular.uneb.br e http://www.consultec.com.br/ . O processo está sendo realizado concomitantemente ao Vestibular 2010 da universidade. As pós-graduações têm carga de 420 horas-aula, que compreende o período de 18 meses de curso. Os candidatos devem ficar atentos ao conteúdo programático. Mais informações no site http://www.uneb.br/.


Via Aprendiz.
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XI Semana de Engenharia e VI Seminário Fluminense de Engenharia



A Semana de Engenharia da UFF tem por objetivo promover discussões abordando temas atuais da Engenharia Nacional buscando congregar alunos, professores e profissionais, nas diversas áreas, através de palestras, mini-cursos, conferências e debates. Este evento estará ocorrendo em associação à Agenda Acadêmica da UFF, no período de 19 a 22 de outubro de 2009.

Em paralelo a XI Semana de Engenharia, será realizado o VI Seminário Fluminense de Engenharia. Este evento foi realizado pela primeira vez em 1992 e tem, desde a sua origem, o objetivo de integrar toda a academia da Engenharia a nível regional e nacional. Na atual edição, a
temática é “Integração Universidade-Empresa”, um tema recorrente e pouco discutido, visto que a Academia precisa olhar para as questões reais das Empresas e conseguir solucionar através de seus espertizes. Com isso, teremos uma maior integração e interação entre nossos
profissionais, nossos estudantes e nossos pesquisadores permitindo que os alunos recém-formados consigam um melhor posicionamento no mercado de trabalho.

Esperamos com essas palestras e eventos obter um melhor desempenho dos engenheiros, norteando os caminhos futuros de nossos alunos e colaborando com nossas empresas.

Atenciosamente,
Comissão Organizadora da XI Semana de Engenharia da UFF e do VI Seminário Fluminense de Engenharia.

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Petro-sal pode virar Petromar ou Petrobras Sal

O governo vai mudar o nome da nova estatal que será criada para fazer a gestão dos contratos de partilha do marco regulatório de exploração de petróleo e gás. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, admitiu ontem que as negociações com o empresário que detém os direitos de propriedade do título “Petro-Sal” não avançaram, o que forçará o governo a escolher um novo nome para a empresa que ainda nem saiu do papel. “Não temos tido acesso fácil ao empresário que legalmente é o detentor desse título e não podemos mais esperar mais esperar”, disse o ministro.

“Fizemos uma tentativa inicial, apelamos ao patriotismo dele, mas ele certamente está preferindo mantê-lo, que faça bom proveito, é o que nós desejamos”, acrescentou. Segundo Lobão, o governo vai consultar o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) para avaliar se outros nomes já em análise estariam livres Para serem usados. A idéia é encaminhar a nova sugestão ainda este mês para a comissão especial que estuda o projeto.

Fonte: Estadão, Economia
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As inúmeras profissões ligadas ao setor petrolífero


Geólogos, engenheiros, geofísicos, químicos, tecnólogos, são inúmeras as profissões ligadas ao petróleo. Afinal, o recurso natural não renovável é, hoje, a principal fonte de energia do mundo e, até que sejam descobertos e aperfeiçoados meios alternativos de energia, todos os países continuarão dependendo dele. “As perspectivas são extremamente promissoras para os profissionais ligados ao petróleo, porque são campos de trabalho estratégicos para a civilização moderna. Basicamente, quase todas as atividades da vida cotidiana possuem relação de dependência ou vinculação com o petróleo e continuarão mantendo esse vínculo até encontrarmos e desenvolvermos estratégias de substituição. E esse não é um processo trivial”, relata o professor Geraldo Ferreira, coordenador do curso de Engenharia de Petróleo, da UFF (Universidade Federal Fluminense).

O professor adjunto da UFF, Fernando Cunha Peixoto, explica, em linhas gerais, que os geólogos e geofísicos ajudam a mapear as áreas promissoras, no que se refere à localização, profundidade, extensão e até qualidade do reservatório. Já os engenheiros de petróleo definem, por exemplo, como e onde perfurar o poço e qual a trajetória para atingir os objetivos de maneira mais eficiente; ajudam a prever como o reservatório responderá à produção, em termos de vazões e pressões, e definem como ajudar que os fluídos cheguem até a superfície. Os engenheiros mecânicos e químicos, por sua vez, auxiliam na definição de como esses fluídos devem ser transportados e armazenados; os químicos trabalham, ainda, no projeto e operação das refinarias que produzirão combustíveis, derivados e insumos para a indústria petroquímica, além de atuar nela, gerando os produtos petroquímicos.


Para exercer essas áreas ligadas ao petróleo, são necessários dois pos de formação básica, a de nível técnico e a de nível superior, como explica Alexandre Leiras Gomes, Coordenador do Curso Engenharia de Petróleo da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro): “existem dois tipos de formação básica: a de nível técnico, mais diretamente ligado aos sistemas de produção e aos laboratórios de análises; e a de nível superior, graduação tradicional (bacharelado) em geologia, química, engenharia de petróleo e engenharia química. Também encontram colocação no mercado, diversos profissionais com as mais variadas formações, mas que se especializaram com cursos de pós-graduação voltados para este setor”.

Entretanto, a formação mais ampla é extremamente valorizada. Ricardo Cabral de Azevedo, docente do Departamento de Engenharia de Minas e Petróleo da Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo), explica que é importante que esse profissional conheça um pouco de tudo: “apesar de haver especialidades, hoje em dia é muito valorizada uma formação mais ampla. Não posso falar pelas outras profissões, mas sei que, em nível superior, se destacam a engenharia naval (quase todo o nosso petróleo vem do mar), a geologia e a geofísica. Os tecnólogos ainda têm tido um pouco de dificuldade em encontrar aceitação nesse mercado. E, em nível técnico, uma das áreas mais procuradas é a de soldagem (importante na construção dos muitos equipamentos utilizados na exploração e produção de petróleo)”.

Reconhecido no Brasil pela CONFEA (Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia), em 1973, o curso de engenharia do petróleo é, segundo o prof. Alexandre, a área da engenharia que se preocupa com o desenvolvimento das acumulações de óleo e gás (descobertas durante a fase de exploração de um campo petrolífero), e com atividades que vão desde a perfuração de poços até o processamento primário do petróleo. Nele, os estudantes irão encontrar conteúdos como geo-engenharia de reservatórios, engenharia de poço, processos e sistemas de produção e exploração no mar.

Sobre o local de atuação, o mercado fluminense ainda é o maior para os profissionais ligados ao setor petrolífero trabalharem, já que o Rio de Janeiro concentra 70% da produção de petróleo do país. Mas há muitas regiões produtoras no Brasil, como a Bahia, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina e São Paulo , que com a nova descoberta do pré-sal, pode tornar-se o mercado predominante.

No entanto, não é qualquer pessoa que pode ser um engenheiro de petróleo. Para exercer a função é necessário inglês fluente e a capacidade de lidar com grandes pressões e responsabilidades, como conta o professor Ricardo Cabral de Azevedo. “Esse profissional precisa falar inglês bem, já que a área é muito internacionalizada e existe o contato com profissionais, equipes e empresas de diversas partes do mundo, trabalhando em conjunto. Além disso, ele precisa lidar com grandes pressões e responsabilidades, relativas à segurança das operações, às altas quantias envolvidas (é uma das indústrias mais caras do mundo) e às altas incertezas, já que é uma das indústrias mais imprevisíveis do mundo (com risco alto de não encontrar óleo em um novo poço, ou dele não produzir como se esperava, etc.)”.

Exigências como essas tornam a área muito restrita quando a questão é profissionais qualificados. Segundo o professor da USP, a graduação em engenharia de petróleo ainda é nova no Brasil, forma poucos profissionais por ano, e a indústria tem crescido muito, aumentando a dificuldade de encontrar bons profissionais, o que faz com que essa área da engenharia pague os maiores salários do mercado. Em contrapartida, Geraldo Ferreira lembra que os diversos governos brasileiros vêm tomando atitudes para mudar esse cenário. “As opções tomadas na história recente do país para alcançar a autossuficiência na produção de petróleo, envolvendo o aumento em investimento em estudos e pesquisas, promoveram aquecimento substantivo do mercado para profissionais relacionados à indústria do petróleo. Com a confirmação das novas reservas e gás nas camadas do pré-sal, haverá incremento significativo na demanda por profissionais com formação nessa área e que atuem na cadeia produtiva do petróleo”.

Sobre a proximidade ou não do fim do petróleo, os especialistas afirmam que isso não deverá atingir os profissionais ligados ao setor, já que é cada vez mais real o uso de fontes alternativas de energia, como explica o professor Fernando. “A consolidação e amadurecimento dos empregos das fontes alternativas de energia diminuem a demanda por petróleo para este fim, o qual deve passar a ser, cada vez mais, destinado à petroquímica. Este fator, analogamente, alarga os horizontes de disponibilidade do petróleo, afastando o declínio da demanda por profissionais da área. Contudo, como todo profissional, esse engenheiro tem que se manter atualizado para poder atender a eventuais mudanças de cenário com a mesma agilidade com que acontecerem”. Ricardo de Azevedo complementa dizendo que, no futuro, esses profissionais deverão abranger o conceito mais amplo de energia: “na verdade, o fim do petróleo não parece tão próximo assim e muito menos deve afetar os atuais profissionais ou os que estão entrando no mercado agora. Mas para o futuro, a tendência é que os cursos, as empresas e toda a área, gradualmente migrem para o conceito mais amplo de energia (engenheiro de petróleo, por exemplo, poderá se transformar em engenheiro de energia, enquanto que a Petrobras já é considerada, hoje, uma empresa de energia, trabalhando com álcool, biodiesel, etc.)”.


Artigo retirado do site: Catho

Via Feed: TecnopeG
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Turma do Petróleo com novo integrante "VOCÊ".

Olá leitores da Turma do Petróleo, venho pedir desculpas pela falta de postagens , os dias estão super corridos, faculdade a criação de um novo blog de humor,namorada, trabalho, papai doente, não tenho tido muito tempo para atualizar o blog, mais não pense que é o fim, pelo contrário...

Foi dada a largada para seleção eu quero ser um membro da Turma do Petróleo, para isso basta você deixar um comentário nesse post com seus dados, nome, e-mail, idade e dizendo porque você merece fazer parte da equipe. As melhores respostas serão selecionados para um bate papo no MSN.

Venha você fazer parte dessa equipe , diga ao mundo o que você pensa...(rs), estou esperando sua resposta.!!!


Obs: A sua resposta só será vista pelo administrador blog.
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Estágio Tecnólogo em Petróleo e Gás


Empresa multinacional do ramo de Oil & Gas contrata:
ESTAGIÁRIO - TECNÓLOGO EM PETRÓLEO E GAS

* Cursando Tecnologia em Petróleo e Gas
* Cursando turno da noite
* Inglês Intermediá rio / Avançado
* Pacote Office
* 6hs de estágio

* VR - R$ 18.00 dia
* VT
* Bolsa auxílio: R$ 954.00
* Local: Botafogo

Enviar cvs com previsão de formatura e com o código "TecPG" no campo assunto, para: rh_petro@yahoo.com.br

Uma super dica do Victor Alves
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Palestra gratuita de inspetor dia 01/10


O Industrial Welding Course estará ministrando no dia 01 de outubro de 2009
na unidade IWC - Penha (rodapé) , `as 19 h.

Tema: "Profissão inspetor"

Soldagem, Dutos Terrestres, END - Líquido Penetrante e Partícula Magnética,
suas funções, aplicações, locais de atuação, remuneração e requisitos para se
tornar um profissional de Inspeção."
Palestrante: O Inspetor de Solda Nível 2, André Lincoln Guimarães Pinto, que
atua no ramo de Controle da Qualidade há mais de 10 anos.


Os interessados deverão se inscrever até o dia 28/09/09:

Capitais e Regiões Metropolitanas: 4004-0435 ramal 1194
Demais Localidades (21) 2270-0919/ 3866-8184
E-mail: antonio@iwccursos.com.br
Aproveite, oportunidade única. Vagas limitadas!

Mais informações: IWC Cursos
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Regulamentação do Tecnólogo em Fase de Aprovação!


Atenção Tecnólogos de todo Brasil, seja você de Petróleo e Gás ou não.

A nossa regulamentação está saindo!
Faltam poucos dias!



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